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COSEMS - BA | 18/04/2019

COSEMS/BA participa da primeira reunião do Fórum de Vigilância Epidemiológica

O Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (COSEMS/BA) participou da primeira reunião do Fórum de Vigilância Epidemiológica, realizada na última sexta-feira (12), na sede do Ministério Público estadual, no CAB. Os dilemas do cenário epidemiológico do Brasil e dados sobre a perda da qualidade de vida provocada por doenças, conhecida cientificamente pelo termo ‘carga da doença’, foram alguns dos assuntos debatidos na abertura do evento.

A diretora financeira e o diretor-suplente de Informação, Educação e Comunicação, Gerald Saraiva, representaram a diretoria executiva do COSEMS/BA no evento
Coube a diretora financeira do COSEMS/BA, Jacqueline Bomfim, a mediação de um dos painéis do evento, o que debatia sobre “Multirresistências”. Para Jacqueline Bomfim, é de extrema importância as esferas de gestão debaterem em conjunto esses assuntos. “São assuntos que a princípio podem parecer exclusivos da classe médica, mas não são. São temas que precisam ser debatidos no âmbito da gestão, são questões de saúde pública”, reforçou.

A conferência de abertura “Cenário epidemiológico do Brasil: dilemas e desafios” foi apresentada pela médica pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Joyce Mendes de Andrade Schramm. A programação seguiu com os painéis sobre infectologia, multiresistências, vacinas e bioética e zika e outras arboviroses com as palestras ‘Sucessos e fracassos no controle de doenças infecciosas no Brasil’; ‘Mudanças epidemiológicas das doenças infecciosas e parasitárias e suas consequências no Instituto Couto Maia’; ‘Bactérias multirresistentes (CPK)’; ‘Tuberculose e multirresistências em Salvador’; ‘Bioética e vacinação infantil: dilemas no uso da autonomia em saúde’; ‘Implicações da Epidemia do Zika Vírus para o desenvolvimento infantil: espectro das manifestações da síndrome congênita do Zika Vírus’; e ‘Arboviroses’.

“O objetivo dessa reunião é discutir com representantes da academia, gestores e órgãos de controle, além dos conselhos profissionais, sobre a situação da vigilância epidemiológica no país para sugerirmos quais as áreas que devemos concentrar os nossos esforços de maneira emergencial”, afirmou o promotor de Justiça Rogério Queiroz, coordenador do Centro de Apoio Operacional da Defesa da Saúde do MP (Cesau).