Com apoio dos municípios, Polo indígena de MS tem o melhor desempenho de vacinação do Brasil - CONASEMS
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COSEMS - MS | 18/05/2022

Com apoio dos municípios, Polo indígena de MS tem o melhor desempenho de vacinação do Brasil

No dia 17 de maio, aconteceu na aldeia Te’ykue, em Caarapó, o encerramento do Mês da Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI). O polo local, que contempla as cidades de Caarapó, Laguna Carapã e Juti, obteve o melhor resultado do Brasil.

O Diretor dos Municípios com populações ribeirinhas, indígenas, quilombolas e em situação de vulnerabilidade, do COSEMS/MS e Secretário de Saúde de Laguna Carapã/MS, Danilo José Pagnussat, conta “todos os municípios de MS que possuem povos indígenas ajudaram os Polos na campanha, seja fornecendo combustível, alimentação, transporte dos imunizantes, RH e até mesmo capacitação para os profissionais. Um trabalho que somou esforços e teve um excelente resultado, parabéns a todos os envolvidos”.

O Secretário de Saúde de Caarapó, Vinicio de Faria, cidade que sediou o encerramento explica “com o trabalho conjunto, o polo regional, formado por Caarapó, Laguna Carapã e Juti, atingiu o melhor índice de vacinação das aldeias indígenas do Brasil, são mais 8 mil indígenas no Polo. Tivemos a cobertura de Covid mais de 100% da população acima de 5 anos, e na multivacinação mais de 90% do público-alvo”.

O evento contou com o Secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Reginaldo Ramos Machado, com o Coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena de MS, Luiz Antônio de Oliveira Júnior; o Prefeito de Caarapó, André Nezzi; o Prefeito de Juti, Gilson Cruz; a Vice-Prefeita de Laguna Carapã, Zenaide Espíndola; e da Secretária de Juti, Makieli da Silva Cunha, além de lideranças indígenas e servidores dos polos indígenas..

O Mês de Vacinação dos Povos Indígenas é coordenado anualmente pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) do Ministério da Saúde. Os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) fizeram uma força-tarefa, com a missão de imunizar mil indígenas aldeados em todas as regiões do país para fortalecer a vigilância epidemiológica das doenças imunopreveníveis nas aldeias e intensificar as atividades de rotina para completar esquemas de vacinação.

 

Informações via Cosems/MS

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