Descrição do Contexto

Em 1986, o SUS é incluído no projeto da nova Constituição Federal brasileira, ficando evidenciada a necessidade de uma política de gestão do trabalho para promover a educação permanente dos trabalhadores do setor saúde.

Desde a instituição do SUS em 1988, vem se intensificando a discussão quanto aos trabalhadores do setor saúde no Brasil, dada a necessidade de melhorar, tanto quantitativa como qualitativamente, a formação dos seus trabalhadores. Isso se tornou mais evidente após as diretrizes constitucionais, que asseguraram a saúde como direito do cidadão e dever do Estado, requerendo, assim, um perfil de trabalhador capacitado para atender às exigências desse novo modelo assistencial.

Em 2004, o Ministério da Saúde, reconhecendo sua responsabilidade constitucional de ordenar a formação de Recursos Humanos para a área de saúde e de incrementar o desenvolvimento científico e tecnológico, instituiu a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, como estratégia do SUS para a formação e o desenvolvimento de trabalhadores para o setor.

A definição de uma Política Nacional de Educação Permanente em Saúde era urgente, considerando também as defasagens na qualidade do sistema educacional de formação de nível técnico profissional e superior, em razão da situação de crise em que se encontram esses aparelhos formadores de recursos humanos para o setor saúde, e, também, quanto à repercussão que essa conjuntura tem sobre a oferta dos serviços à população.

Assim, tem sido uma constante a discussão acerca das questões relacionadas à saúde e à formação dos profissionais de acordo com as necessidades dos serviços, em que se requer uma maior integração entre os hospitais de ensino e a rede de serviços, visando a garantia da continuidade da atenção e a diversificação das experiências práticas dos estudantes.

Neste contexto, os municípios devem assumir também o papel de formuladores de políticas públicas e não somente de executores de ações planejadas a nível federal. Considerando, portanto, a responsabilidade pactuada nas três esferas de governo, federal, estadual e municipal, os municípios passaram a construir alternativas, a despeito das muitas dificuldades enfrentadas. Neste sentido, é que a parceria com o CIDE assume uma grande importância, no sentido de oferecer subsídios aos municípios para a formação e gestão do trabalho em saúde.

 


Agenda:

25 de janeiro a 12 de março de 2010
34 ª. Missão: Elaboração dos Programas de Formação por Competência
Consultores: Alice-Eva Daigle, Doris Laberge, Lisa Verrault, Lidia Armenti, Steven Hogg, Nadyne Bédard, Denis Gagnon e Danielle Rouillard
Local: Fortaleza e Sobral-Ceará

01 a 12 de março de 2010
35 ª. Missão: Retrato do Setor Saúde no Estado do Ceará
Consultor: Fernand Laplante
Local: Fortaleza-Ceará

11 de março de 2010
III Reunião Anual do Comitê Diretor do Projeto
Local: Sobral-Ceará

12 a 23 de abril de 2010
36 ª. Missão: Reconhecimento de competências adquiridas (RAC)
Consultor: Andre Adan
Local: Fortaleza-Ceará25 de Maio a 05 de junho de 2009
21ª. Missão: Elaboração dos Guias Pedagógicos
Consultoras: Nadyne Bedard e Alice-Eva Daigle
Local: Sobral e Fortaleza

29 de junho a 03 de julho de 2009
22ª Missão: “As múltiplas faces da discriminação”
Consultora: Myrna Lashley
Local: Sobral e Fortaleza

06 a 17 de julho de 2009
23ª Missão: Validação do Módulo Contextual Básico
Consultoras: Nadyne Bedard e Alice-Eva Daigle
Local: Fortaleza e Sobral

Documentos:


PROJETO DE INTERCÂMBIO DE CONHECIMENTOS

MÉTODOS DE ENSINO POR COMPETÊNCIAS

Texto - Origem, evolução e uso da abordagem por competência

ORIGEM, EVOLUÇÃO E USO DA ABORDAGEM POR COMPETÊNCIA

Desenvolvimento dos Programas de ensino

Engenharia da Formação Profissional e Técnica

Demonstrativo Ações previstas e realizadas 2007

Apresentação Comite Diretor 29 fev 08 Resultados alcançados

Apresentação Comitê Diretor Programas de Ensino

Apresentação Viagem Intercâmbio Técnicos